Governo do Distrito Federal
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29/03/17 às 14h19 - Atualizado em 29/10/18 às 11h14

Mês da Mulher é comemorado na Penitenciária Feminina

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Durante todo o dia as reeducandas participaram de atividades pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março


 Cerca de 200 mulheres que cumprem pena na Penitenciária Feminina do Distrito Federal participaram da ação cultural “Projeto Dia da Mulher 2017 – em busca de ressignificações constantes” em homenagem ao mês da mulher. Durante todo o dia as participantes receberam sessões de Reiki, técnica de cura pela imposição das mãos; tiveram aulas de auto maquiagem, pintura e esportes.

As atividades foram encerradas às 15h30. O Projeto é resultado de parceria da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social (SSP), com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e a Secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidht).

“Ações como esta são extremamente relevantes, pois, apesar de estarem privadas de liberdade, essas mulheres fazem parte de um contexto e necessitam ser vistas, olhadas e ouvidas. Estamos aqui para tornar o dia delas um pouco melhor”, ressalta a subsecretária de Políticas para Mulheres, Lúcia Bessa. 

As oficinas de pintura foram ministradas por professores do programa Picasso não Pichava e as atividades físicas ficaram por conta dos profissionais do Programa Esporte à Meia Noite, ambos da Subsecretaria de Segurança Cidadã, da SSP. As aulas para os cuidados com o cabelo e com o corpo, possíveis graças a parcerias com instituições particulares, foram as mais procuradas.

“Achei maravilhoso poder sair da rotina e, principalmente, elevar nossa autoestima, que fica muito baixa aqui dentro. Seria muito bom se tivesse mais vezes”, comemorou uma das sentenciadas que participou do evento.

A diretora da penitenciária, Deuselita Pereira Martins, explicou que as atividades oferecidas são uma forma de cultivar o respeito mútuo no ambiente carcerário e, ao mesmo tempo, privilegiar e elevar a autoestima das internas que trabalham e estudam para remir suas penas.

“Nessa via de mão dupla, ao mesmo tempo que cobramos respeito, procuramos reconhecer e compensar o esforço na questão do trabalho e estudo das apenadas”, avaliou. 

Por: ASCOM SSP