Governo do Distrito Federal
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15/01/16 às 13h06 - Atualizado em 29/10/18 às 11h14

Márcia Rollemberg recebe propostas para o Março Mulher

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Março-mulher

 

“A gente pode dizer que o 8 de março de 2016 começou no dia 14 de janeiro”, disse a socióloga e colaboradora do governo Márcia Rollemberg, após receber da subsecretária de mulheres, Silvânia Matilde, o documento com as Propostas de Atividades para as Comemorações do Março Mulher.

Com visão bastante ampla das ações do governo, Márcia Rollemberg fez muitas sugestões, inclusive no sentido da “provocação” das secretarias de governo acerca do que fazem e da “indução temática” da pauta de gênero, com o objetivo de ela vir a ser mais contemplada.

Para nutrir e animar um núcleo de gênero e raça que será pioneiramente criado em Ceilândia, como experiência piloto, que obedece a orientação da conferência de mulheres no sentido de multiplicar “diretorias de mulheres” nos órgãos do Estado, Márcia sugeriu a mobilização do voluntariado, cujo trabalho procurou ser facilitado por decreto do governo de Brasília, em dezembro de 2015.

Cultura
Para Márcia, propostas como a de um Festival Mulher e Cinema ou de uma Oficina Música e as Mulheres no Brasil apontam para uma “uma curadoria cultural da pauta de gênero”, que poderia, em sua opinião, criar – preferencialmente na Casa da Mulher Brasileira – um acervo de referência que concentrasse tanto conteúdos quanto roteiros de debates para o seu aproveitamento.

As ações das unidades móveis da subsecretaria da mulher em escolas rurais que apenas começam a ser alcançadas pelo asfalto e uma ação na Estação da Cidadania, a ser coordenada por mulheres com deficiência física, auditiva, visual e mental, para vocalizar os problemas que enfrentam no atendimento a seus direitos, mesclam-se muitas outras atividades, como campanhas de propaganda para combater o estupro e a violência sexual e de informação sobre os serviços da secretaria para as mulheres.

Bolsas
Ao todo são 24 propostas agrupadas em seis tópicos: trabalho e empreendedorismo; saúde; acesso à justiça e defesa de direitos; educação, cultura e acesso a informação; atividades em espaço de trânsito; e articulação com a Câmara Legislativa.
Em especial, a campanha de incentivo de doação de bolsas com produtos de higiene pessoal, roupa íntima, etc., para mulheres em situação de rua, mexe com a imaginação, e já ganhou um nome provisório de “Com que Bolsa eu Vou?”, em trocadilho com a música “Com que roupa eu vou?” de um Noel mais Rosa que nunca…

Participaram da reunião a coordenadora da Casa da Mulher Brasileira, Miriam Pondaag; a coordenadora de políticas para mulheres, Renata Parreira; a diretora de defesa dos direitos das mulheres, Maísa Guimarães; e as assessoras Luciana Holanda, Joyce Matias e Mariana Salles.