Governo do Distrito Federal
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14/12/18 às 9h14 - Atualizado em 14/12/18 às 9h14

Conferência de Direitos Humanos aprova propostas e elege novo Conselho

 

A VI Conferência Distrital de Direitos Humanos do DF encerrou, hoje (13), com uma perspectiva de novos horizontes no combate à violação de direitos. Com a realização de duas plenárias e a eleição dos representantes da sociedade civil para o Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH), a Conferência chegou ao fim.

 

Comissões e os delegados do evento discutiram diversas temáticas como o enfrentamento à violência contra pessoas em situação de vulnerabilidade, a educação em Direitos Humanos, Sistema de Justiça e Segurança Pública, e a avaliação do Orçamento voltado ao Desenvolvimento de Políticas Públicas. O evento foi realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

 

Violações em Direitos Humanos que são cada vez mais visíveis no sistema prisional com condições degradantes, violência sistemática contra a população LGBT, desrespeito à população indígena, direitos das crianças e dos idosos, entre outros.

 

As propostas elaboradas e aprovadas na Conferência servirão como um norte ao próximo Plano Plurianual (2020 a 2023), no tocante ao Direitos Humanos. Para o conselheiro e assistente social, Thiago Bazi, também membro da comissão organizadora, o debate foi importante e a defesa dos direitos precisa ser aprimorada a cada ano.

“Os Direitos Humanos são para todos, para mim, pra você e pra qualquer cidadão. Ele atende a cada um de acordo com sua necessidade. Seja na acessibilidade, na prioridade aos idosos, na proteção a qualquer tipo de violência”, destacou.

Lembrou ainda do papel exercido pela Educação em DH, que chama a atenção da sociedade e também das autoridades para a garantia de formulação de políticas públicas e do seu efetivo controle social por qualquer cidadão. “As discussões aqui na Conferência são fundamentais. É ressignificar o senso comum na área dos Direitos Humanos”, acrescentou Bazi.

O novo Conselho – formado pela sociedade civil e representantes do Governo – assume para um mandato de 2 anos.  E tem como desafio seguir com seu papel fiscalizador. Ainda teve espaço nesta quinta-feira para uma atividade cultural: um desfile “Fashion Inclusive” com a presença de mulheres com deficiência física, que alegraram a Conferência.

 

Por: Rafael Secunho